Médico aeroespacial afirma que problema faz comandante não sentir queda.
Fator é considerado contribuinte para acidentes aéreos, diz Paulo Demenato.
Glauco AraújoDo G1, em São Paulo
Médico aeroespacial afirma que problema faz comandante não sentir queda.
Fator é considerado contribuinte para acidentes aéreos, diz Paulo Demenato.
Os pilotos que estavam no comando do voo 447 da Air France podem ter sofrido desorientação espacial nos momentos que antecederam a queda do Airbus no Oceano Atlântico, em 1º de junho em 2009. O problema faz com que pilotos e copilotos tenham uma ilusão de referência durante o voo, fator considerado contribuinte para acidentes aéreos, e deixar os comandantes sem a sensação de queda, por exemplo.
Isso pode ser agravado pelo fato de os pilotos terem enfrentado dificuldade de acessar os dados dos instrumentos automatizados do avião e estarem sem referência visual confiável.
"O que aconteceu foi uma desorientação espacial. É uma situação fisiológica do corpo, não dá para caracterizar como erro dos pilotos. Eles perderam a referência pelos instrumentos, eles ficaram desorientados. Se olharmos em um relógio, eles deveriam estar no ponteiro das duas horas e caíram no ponteiro das nove horas. Tecnicamente, eles caíram na proa 270 graus magnéticos, que é a Oeste, e deveriam estar na proa 20 ou 30, que é a Nordeste, na direção da Europa", disse o médico aeroespacial Paulo Demenato, credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Informações Obtidas Por http://g1.globo.com/mundo/noticia
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