Incomodado com a falta de ação
mais efetiva do governo Dilma em torno da devastação que a seca vem fazendo no
nordeste, e mais precisamente no sertão pernambucano, o deputado Inocêncio Oliveira
(PR), deixou de lado o seu lado governista e foi à tribuna da Câmara pedir
medidas mais efetivas.“São necessárias
não somente medidas emergenciais, mas mudanças concretas para vencermos o
flagelo da seca”, disse o parlamentar.
“Faço um apelo a presidente Dilma, que vai a Serra Talhada, minha querida terra natal, inaugurar a primeira etapa da Autora do Pajeú, para que aproveite a oportunidade para ver os efeitos da seca. Para ver a mortalidade do rebanho e para ver a fome que abate sobre a região”.
Dilma deverá ir a Serra Talhada inaugurar a primeira etapa da Adutora do Pajeú, o que deveria ter ocorrido no mês passado, visita cancelada sob a alegação de que a presidente teria fraturado o dedão do pé. O fato é interpretado de outra maneira, acreditando-se que motivos políticos é que teria motivado a visita.
“Faço um apelo a presidente Dilma, que vai a Serra Talhada, minha querida terra natal, inaugurar a primeira etapa da Autora do Pajeú, para que aproveite a oportunidade para ver os efeitos da seca. Para ver a mortalidade do rebanho e para ver a fome que abate sobre a região”.
Dilma deverá ir a Serra Talhada inaugurar a primeira etapa da Adutora do Pajeú, o que deveria ter ocorrido no mês passado, visita cancelada sob a alegação de que a presidente teria fraturado o dedão do pé. O fato é interpretado de outra maneira, acreditando-se que motivos políticos é que teria motivado a visita.
CAUÊ RODRIGUES
ONU declara acesso à água um direito universal
Resolução foi aprovada por 122 votos a favor e 41 abstenções
O Brasil votou a favor da resolução. Em sua intervenção, a representante permanente do Brasil na ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti, declarou que o direito à água potável e ao saneamento básico está intrinsecamente ligado aos direitos à vida, à saúde, à alimentação e à habitação.
De acordo com ela, é responsabilidade dos Estados assegurar esses direitos a todos os seus cidadãos. O Brasil tem trabalhado dentro e fora de suas fronteira para promover o acesso à água e ao saneamento básico, especialmente entre as comunidades de baixa renda.
O texto da resolução manifesta profunda preocupação com o fato de 884 milhões de pessoas em todo o mundo não terem acesso a fontes confiáveis de água potável e de mais de 2,6 bilhões não disporem de saneamento básico.
Estudos também indicam que cerca de 1,5 milhão de crianças menores de cinco anos morrem e 443 milhões de aulas são perdidas todos os anos no planeta por conta de doenças relacionadas à potabilidade da água e à precariedade dos serviços de saneamento básico.
Pela resolução aprovada hoje pela Assembleia Geral da ONU, composta por 192 países, Catarina de Albuquerque, especialista independente da ONU em direitos humanos, terá de incluir em seu relatório anual sobre o tema a situação do acesso à água potável e ao saneamento básico. As análises se concentrarão nos desafios a serem superados para que haja direito universal à água e aos serviços de saneamento e no progresso dos países rumo ao cumprimento das Metas do Milênio.
(Com Agência Estado)


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