Um proprietário da Rampage diesel registrou sua insatisfação após uma sequência de problemas mecânicos e eletrônicos com menos de dois meses de uso da caminhonete. Segundo o relato, o veículo precisou retornar à oficina três vezes em um curto intervalo de tempo, levantando questionamentos sobre controle de qualidade e agilidade no suporte técnico da fabrica
De acordo com o consumidor, já no momento da entrega foram identificadas falhas na leitura do sensor do arla e problemas no banco do passageiro dianteiro. Cerca de 45 dias depois, a luz da injeção eletrônica acendeu sem causa aparente. Após cinco dias, o alerta voltou a aparecer, o que levou a concessionária a recolher o veículo para testes mais aprofundados. No entanto, como a origem da falha não foi identificada localmente, o caso foi encaminhado à engenharia da marca que até o momento do registro não havia apresentado solução definitiva.
O proprietário afirma que a concessionária permanece dependente de um posicionamento técnico da montadora, o que tem prolongado o impasse. Apesar da insatisfação com a demora na resolução do problema, o consumidor destacou que o atendimento telefônico da empresa foi considerado eficiente e cordial. O caso expõe a importância de respostas técnicas rápidas em situações que envolvem veículos novos, especialmente quando o histórico de ocorrências se concentra nos primeiros meses de uso.

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