Uma nova legislação sobre segurança privada no Brasil pode obrigar empresas a substituir os chamados fiscais de loja por vigilantes profissionais, alterando a forma como a segurança é feita em estabelecimentos comerciais.
A mudança está relacionada ao Estatuto da Segurança Privada (Lei nº 14.967/2024), sancionado pelo governo federal para modernizar e regulamentar o setor no país.
A norma estabelece novas regras para empresas de segurança e define com mais clareza quem pode exercer atividades de vigilância.
O que pode mudar no comércio?
Hoje, muitos estabelecimentos utilizam o chamado fiscal de loja — profissional que observa o ambiente e ajuda a prevenir furtos. Porém, esse trabalhador não tem treinamento ou autorização legal para agir diretamente em situações de crime, diferente do vigilante.
Com a nova legislação, atividades de segurança podem precisar ser realizadas apenas por vigilantes qualificados e registrados, o que pode obrigar empresas a reverem seus contratos e estruturas de segurança.
Objetivo da nova lei
O Estatuto da Segurança Privada busca:
• Modernizar as regras do setor
• Garantir profissionais treinados e regulamentados
• Aumentar a fiscalização pela Polícia Federal
• Melhorar a proteção de pessoas e patrimônio.
📊 Impacto esperado
Especialistas afirmam que a mudança pode trazer mais segurança jurídica e profissionalização do setor, mas também pode gerar aumento de custos para comerciantes, que precisarão contratar vigilantes ou empresas especializadas.
🗞️ O debate ainda está em andamento e pode impactar milhares de estabelecimentos em todo o Brasil.
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