Select your Indioma and enjoy our page!

terça-feira, 17 de março de 2026

VIATURA DA PRF ATOLA NA BR-156 APÓS APLICAR MULTAS E CAMINHONEIROS SE RECUSAM A AJUDAR.

Equipes de fiscalização foram enviadas para verificar de perto a situação do trecho norte da rodovia federal que atravessa o estado do Amapá e confirmaram um cenário difícil provocado por grandes áreas de lama.

Durante a inspeção realizada na tarde de dez de março de 2021, veículos utilizados na vistoria chegaram a ficar presos em um dos três pontos mais difíceis entre Calçoene e Oiapoque, evidenciando as dificuldades enfrentadas por quem trafega pela estrada.

A vistoria percorreu trechos localizados nos quilômetros seiscentos e sessenta e quatro, setecentos e sessenta e dois e setecentos e sessenta e seis.

O quilômetro zero da rodovia fica em Laranjal do Jari. Um dos pontos mais complicados aparece a cerca de dez quilômetros do início do trecho asfaltado, já nas proximidades de Oiapoque.

A situação observada foi comunicada ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, responsável pela manutenção da via.

Durante a passagem pelos locais mais afetados, também foram identificadas irregularidades relacionadas ao transporte de carga.

Caminhões circulavam com peso muito acima do limite permitido, que é de vinte e três toneladas, prática que agrava ainda mais as condições da estrada e aumenta o risco para as pontes de madeira existentes no trajeto.

Alguns condutores receberam autuação após a constatação de excesso que chegava a até vinte toneladas além do máximo autorizado.

Em meio às dificuldades provocadas pela lama, um veículo oficial acabou ficando preso em um dos trechos mais críticos.

Relatos de moradores e motoristas indicam que caminhoneiros que passavam pelo local presenciaram a situação e, segundo essas versões, alguns decidiram não ajudar na tentativa de retirar o veículo do atoleiro.

A cena chamou atenção de quem estava na estrada naquele momento.

A rodovia federal liga regiões importantes do estado e conecta cidades como Calçoene e Oiapoque.

O trajeto enfrenta desafios históricos relacionados à infraestrutura, e episódios de veículos presos na lama não são raros, especialmente durante períodos de chuva, quando a circulação se torna ainda mais difícil.

Fonte: Facebook Mauro Costa Barbosa. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário