Imagens de câmeras corporais divulgadas em abril de 2026 pela Globo trouxeram novos elementos sobre a ocorrência envolvendo Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, na zona leste de São Paulo.
As gravações indicam que ela não tocou na viatura, não danificou o retrovisor e tampouco iniciou agressão física, contrariando a versão inicialmente registrada no boletim.
O material mostra que a aproximação do veículo ocorreu antes do início da discussão, alterando a compreensão dos fatos.
Nas imagens, a agente identificada como Yasmin Cursino Ferreira desce da viatura e efetua um disparo na direção da mulher, que caminhava ao lado do companheiro.
Logo após o ocorrido, outro integrante da equipe, questiona a atitude da colega, demonstrando surpresa com a ação.
A justificativa apresentada posteriormente pela agente foi a de que teria sido atingida no rosto durante a abordagem, versão que não aparece de forma clara nas imagens divulgadas.
Como consequência, a agente teve o armamento recolhido e foi afastada das funções, enquanto os órgãos responsáveis conduzem a apuração do caso. O companheiro de Thawanna relatou que ela permaneceu caída por vários minutos até ser socorrida e levada ao pronto atendimento, onde não resistiu.
O episódio segue em investigação e levanta discussões sobre procedimentos em abordagens e o uso de câmeras corporais como ferramenta de esclarecimento.

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