O sargento da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Marcus Augusto Costa Mendes foi denunciado formalmente pelo Ministério Público de São Paulo pela m0rte do policial civil Rafael Moura, b4leado durante uma ação no Capão Redondo, na zona sul da capital paulista, em julho do ano passado. Rafael chegou a ser socorrido após ser atingido pelos d1sparos, mas não resistiu aos ferimentos e m0rreu dias depis.
De acordo com o MPSP, o sargento da Rota foi denunciado por h0micídio duplamente qualificado. A Promotoria também incluiu uma causa de aumento de pena pelo fato de os d1sparos efetuados contra Rafael Moura terem atingido, por erro na execução, o investigador da Polícia Civil Marcos Santos de Souza, parceiro de trabalho do policial m0rto. Marcos foi b4leado de raspão na perna.
A Polícia Civil diz ter instaurado um inquérito para apurar se o sargento agiu de forma desproporcional, mas não mencionou a possibilidade de afastamento do agente.
De acordo com o delegado Antonio Givanni Neto, em um primeiro momento, o caso é tratado como legítima defesa put4tiva – isto é, quando alguém, de forma equivocada, acredita estar sob injusta agr3ssão e age como se estivesse em legítima defesa. Segundo a autoridade policial, não é possível determinar se houve excesso.
“Sendo assim, decide esta Autoridade Policial pela apuração investigativa em profundidade, eis que a dinâmica dos fatos, num juízo cognitivo sumário carece dessa apuração. O inquérito policial será instaurado”, diz o delegado no boletim de ocorrência.
“[…] O inquérito policial instaurado poderá, com a profundidade que trará os elementos de informação e as provas cautelares, não receptíveis e antecipadas, revelar a ausência ou a presença dos elementos de culpa e se o erro era evitável ou não”, acrescenta Antonio Giovanni Neto.
Leia mais no metropoles.com
Reprodução

Nenhum comentário:
Postar um comentário