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sexta-feira, 31 de julho de 2026

PM ACUSADO DE MATAR ESTUDANTE DE MEDICINA TWM PRISÃO PREVENTIVA DECRETADA.

Um dos policiais militares (PMs) acusados de envolvimento na m0rte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, b4leado durante uma abordagem dentro de um hotel na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, em novembro de 2024, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça nesta sexta-feira (31/7). A decisão envolve Bruno Carvalho do Prado e foi tomada após o policial passar a ser investigado por suspeita de v1olência doméstica contra a própria esposa.

Segundo a decisão, Bruno já respondia ao processo em liberdade, cumprindo medidas determinadas pela Justiça. No entanto, a juíza entendeu que essas restrições deixaram de ser suficientes depois que ele passou a ser investigado por supostos crimes de ameaça e lesão corporal. Para a magistrada, esse novo episódio indica risco de repetição de crimes e justificou a prisão preventiva, que não tem prazo definido e serve para garantir o andamento do processo e a segurança da sociedade.

A decisão também determina que todas as arm4s de fogo que estiverem em posse do policial, sejam particulares ou fornecidas pela corporação, sejam recolhidas no momento do cumprimento do mandado de prisão. O documento, porém, não informa se a ordem já foi cumprida nem se as arm4s foram apreendidas.

Bruno Carvalho do Prado é acusado de participar da morte de Marco Aurélio Cardenas Acosta durante uma abordagem em um hotel, em 20 de novembro de 2024. Segundo a denúncia do Ministério Público, ele teria agr3dido a vítima com um chute enquanto o também policial militar Guilherme Augusto Macedo mantinha a arma apontada para Marco Aurélio. Em seguida, Guilherme teria feito o disparo que m4tou a vítima.

Os dois policiais já foram enviados a julgamento pelo Tribunal do Júri e vão responder por h0micídio qualificado. No caso de Bruno, a prisão preventiva foi decretada por causa dos fatos ocorridos após o crime. Em relação a Guilherme Augusto Macedo, a decisão não determina a prisão nem menciona qualquer novo pedido contra ele.

Fonte: metropoles.com

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