Um dia que era para ser
feliz, acabou em tragédia. O helicóptero com uma noiva a caminho do casamento
caiu em São Lourenço da Serra, na grande São Paulo. Na aeronave também estavam
o irmão, a fotógrafa e o piloto. O dono do buffet onde aconteceria a cerimônia
conversou com o Hoje em Dia. Veja!
Perícias previstas para a
manhã desta segunda-feira (5) vão investigar a causa da queda de um helicóptero
que matou uma noiva que estava a caminho de seu casamento na grande São Paulo
no domingo (4). Peritos do Instituto de Criminalística de polícia paulista e
especialistas da Aeronáutica estarão no local da queda do helicóptero em São Lourenço
da Serra em busca de indícios da causa do acidente.
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A queda ocorreu a poucos
quilômetros do espaço que tinha sido alugado para a festa. A noiva, Rosemere do
Nascimento Silva, de 32 anos, tinha o sonho de chegar ao casamento de
helicóptero, segundo o dono do buffet e responsável pela organização da festa,
Carlos Eduardo Batista. O noivo a aguardava no altar quando soube do acidente.
Também morreram o piloto,
Peterson Pinheiro, o irmão da noiva, Silvano Nascimento da Silva e a fotógrafa
Nayla Cristina Neves Lousada, que estava grávida de seis meses.
“O noivo não sabia que ela
chegaria de helicóptero. Seria uma surpresa para ele e para todas as pessoas da
festa. Todas as noivas têm um sonho e o dela era chegar de helicóptero a seu
casamento sem que ninguém soubesse”, disse Carlos, um dos poucos que sabiam da
surpresa para poder organizá-la.
O dono do buffet afirmou
que estranhou quando o helicóptero não pousou no campo de futebol do sítio e
procurou a empresa responsável pela aeronave. “O dono disse que o helicóptero
já tinha subido e que já deveria ter chegado”. “Pouco depois, ele mesmo me
disse que uma aeronave tinha caído, mas que não imaginava que seria a sua
própria”, completou.
Quando recebeu a
confirmação da queda e das mortes, Carlos comunicou primeiramente o noivo.
“Chamei o pastor que estava na cerimônia e ele foi comigo comunicar para tentar
acalantar o noivo. Ele ficou em estado de choque. Depois, os demais convidados
[cerca de 300] souberam e ninguém sabia como agir. Foi uma tragédia”. Alguns
familiares e convidados permaneceram no local da festa e outros foram embora.
O helicóptero que caiu é
do modelo Robinson 44, matrícula PRTUN, segundo a Aeronáutica. De acordo com o
órgão, uma equipe do Seripa IV (Quarto Serviço Regional de Investigação e
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) está indo para o local para começar as
investigações do acidente.
A Agência Nacional de
Aviação Civil (Anac) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a
aeronave estava com inspeção válida até 16 de dezembro, que o certificado de
aeronavegabilidade estava normalizado e que poderia voar até dia 1º de
fevereiro de 2017 e que a capacidade era de 3 pessoas, sem contar o piloto.
A queda ocorreu na Estrada
da Barrinha. A aeronave caiu em uma região de mata fechada, próxima à Rodovia
Régis Bittencourt. Por volta das 18h, quando o Globocop sobrevoava a área,
havia neblina e chuva.
Familiares das vítimas
estiveram na manhã desta segunda no Instituto Médico Legal (IML) em São Paulo
para organizar a liberação dos corpos.
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