O juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública de Cuiabá, Paulo Márcio Soares de Carvalho, determinou o pagamento de uma indenização a uma família – pai, mãe e filha -, que foram perseguidos pelo delegado da Polícia Judiciária Civil (PJC), Marcos Aurélio Dias Leão. Uma das vítimas (pai) ficou mais de dois anos preso depois de ser falsamente acusado de liderar um “grupo de extermínio”, coincidentemente, logo após denunciar um furto de cabeças de gado ocorrido em sua propriedade, no ano de 2009.
Em decisão publicada na última quarta-feira (8) o juiz estabeleceu que o pai receberá R$ 150 mil, além de R$ 50 mil para mãe e filha, cada uma. O Estado de Mato Grosso, chefe da PJC, ainda irá pagar os valores despendidos pela família na contratação de advogados, bem como os chamados “lucros cessantes” – dinheiro que as vítimas, que atuavam na pecuária, deixaram de receber por sua atividade em razão da prisão.
O processo que tramita na 4ª Vara da Fazenda Pública de Cuiabá não fica devendo aos bons roteiros de filmes em que uma pessoa perseguida pelo Estado precisa lutar para provar a sua inocência. No ano de 2009, o pecuarista foi vítima de um furto de 20 cabeças de gado, no município de Bom Jesus do Araguaia (976 km de Cuiabá) e relatou o crime na delegacia.
Leia a matéria completa no nosso portal
Link na bio Isso É Notícia
#matogrosso #mt #justiçamt #noticiasmt










