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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Assembleia de MG pedirá quebra de sigilo


Renato Cobucci/Jornal Hoje em Dia

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais pedirá à Polícia Civil do Estado a quebra do sigilo telefônico da juíza Maria José Starling, suspeita de tentar extorquir o goleiro Bruno Fernandes, acusado da morte da ex-amante Eliza Samudio, para tirá-lo da prisão. A decisão foi tomada após uma assembleia realizada nesta terça-feira (28), a pedido dos deputados Durval Ângelo e João Leite (PSDB), para apurar o suposto esquema.

Veja a galeria de fotos da sessão

A noiva do ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes, Ingrid Calheiros, denunciou a magistrada da comarca de Esmeraldas e o ex-advogado do jogador, Robson Pinheiro, de pedirem R$ 1,5 milhão para tirar o ex-goleiro do Flamengo da cadeia.

Entre os pedidos aprovados pela assembleia nesta terça-feira está ainda a perícia de um vídeo em que Pinheiro teria confessado ao atual advogado de Bruno, Claudio Dalledone, ter feito o pedido de suborno para conseguir o habeas corpus. A gravação teria sido feita no dia 26 de fevereiro deste ano.

A ALMG pedirá que a Corregedoria da Polícia apure as denúncias feitas por Bruno e que, além da quebra do sigilo telefônico da juíza, também sejam investigadas as ligações feitas e recebidas pela noiva do jogador.

Encontro

Durante o depoimento à Comissão de Direitos Humanos da ALMG, Bruno afirmou que se encontrou de forma privativa com a juíza de Esmeraldas.

- Ela tem ótima educação e carreira promissora, nunca negociou com advogado algum para ganhar por fora. Ela [juíza] dispensou a escolta, afirmando que não tinha necessidade, mas na conversa não falamos sobre alvará de soltura.










O ex-jogador leu trechos da carta recebida pela noiva no dia 25 de fevereiro e voltou a acusar o delegado Edson Moreira, responsável pelo inquérito da morte da ex-amante de Bruno, Eliza Samudio.

- Eu quero sair de cabeça erguida. Se fosse para usar a corrupção, teria dado os R$ 2 milhões pedidos por Edson Moreira no início do caso.

A quantia seria para jogar toda a acusação do sumiço e possível homicídio de Eliza Samudio em Macarrão e no adolescente.

- Jamais faria isso. São dois meninos, considerados irmãos para mim.

O atleta acusou o delegado ainda de ameaça.

- Edson Moreira me perguntou o que eu acharia de encontrar pedaços da minha filha espalhados pelo Estado.

Informações Obitidas Por R7 noticias.r7.com/cidades

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